7.19.2019

EVENTO NO RIO DE JANEIRO
ITABORAÍ






O evento, previsto para os dias 24 e 25 de julho, acontece na cidade de Itaboraí

Nesta segunda-feira (18), no Palácio Guanabara, os prefeitos dos municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense (Conleste) participarão da apresentação oficial do Primeiro Ita Gas & Oil. O evento, previsto para os dias 24 e 25 de julho, na cidade de Itaboraí, também será apresentado, neste mesmo encontro, às instituições Sebrae, Firjan, Petrobras e aos EPCs da Petrobras sediados na Região Leste Fluminense.
O Primeiro Ita Gas & Oil fomentará discussões sobre a indústria de óleo e gás, trará palestras relacionadas ao tema, bem como beneficiará o ambiente de negócios para os prestadores de serviço e fornecedores que atuam no setor. Outra atividade prevista no cronograma do evento é a visita ao Polo Industrial, localizado em Itaboraí. 
O Conleste é um dos apoiadores institucionais do Primeiro Ita Gas & Oil, organizado pela Rede Petro Rio. A participação da instituição neste evento será de extrema importância para aprimorar as estratégias de desenvolvimento econômico no setor de gás e óleo para os 15 (quinze) municípios do leste do Estado que fazem parte do consórcio.

http://www.itagaseoil.com.br/

7.18.2019

LIVROS SEMPRE UM BOM PRESENTE!

Nota - Sindicato Nacional
 dos Editores de Livros

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) se solidariza com a jornalista Miriam Leitão e o sociólogo e cientista político Sérgio Abranches que, após sofrerem ameaças, foram desconvidados pela organização e não farão mais parte da programação da 13ª Feira do Livro de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina.


O SNEL, que preza pela democracia e liberdade de pensamento, repudia qualquer ato de violência física ou moral e acredita que a discordância de opiniões é saudável para a construção do espírito crítico e da democracia, não sendo, portanto, motivo para qualquer manifestação agressiva.

Lançamento 23 de julho  Bar do Ernesto - Largo da Lapa, 41

Sinopse do livro “A LETRA & A POESIA NA MPB: Semelhanças & Diferenças”, de Euclides Amaral – EAS Editora, 2019




O autor define o trabalho como “A influência da poesia provençal do século XI, e ibérica do século XVI, na formação de uma identidade líteromusical dos letristas brasileiros do século XIX ao XXI.


Seguem cinco opiniões de importantes balizadores na área de pesquisa acadêmica sobre o tema:

Segundo Fred Góes (Letrista, ensaísta e Doutor em Teoria da Literatura) Importante também ressaltar o fato de que o autor dirige sua atenção tanto para a música (melodia, harmonia e ritmo) quanto para o texto poético, para a letra da canção, contemplando assim os dois códigos fundadores da canção popular.Outro dado que merece destaque é a utilização de um registro de linguagem leve, usual, sem, no entanto, cair nas armadilhas da vulgaridade.
De acordo com Júlio Diniz (Ensaísta e Doutor em Literaturas de Língua Portuguesa) “A linguagem empregada oscila entre o tom jornalístico e o historiográfico, às vezes até poético, possibilitando ao leitor entrar em contato com as centenas de informações levantadas, as análises propostas e as conclusões de inúmeras pesquisas que Euclides Amaral realizou nos últimos anos, predominando a relação entre a poética da palavra cantada e a da palavra escrita. A leitura crítica dessa relação é muito bem realizada, potencializando a figura do letrista da poética popular como um poeta tão sofisticado e histórica e esteticamente importante quanto os artistas do campo erudito.”
Sérgio Natureza (Poeta-letrista) vaticina quanto à pesquisa realizada: “A partir deles, Euclides Amaral enfoca, neste livro, seus legítimos herdeiros, sucessores do trabalho pioneiro/ essencial que eles, os patriarcas, nos legaram.”
Sergio Fonseca (Letrista e professor de Português-Literatura) afirma “Agora vem este livro de Euclides Amaral e recoloca essa discussão na pauta. Sem nenhuma intenção de esgotar o assunto, ele aponta semelhanças e diferenças entre letra e poesia na MPB, discorrendo sobre canções e autores, citando fontes de estudo e nos obrigando a refletir sobre o tema.”
Ricardo Cravo Albin (Musicólogo e escritor) ressalta sua importância na área da pesquisa acadêmica: “Amaral se incorporou ao nosso ‘Dicionário Cravo Albin da MPB’ em 1999, ou seja, é pioneiro na construção do hoje considerado pela UNESCO o mais extenso banco de dados do mundo em música popular.”
O autor, pesquisador do Instituto Cultural Cravo Albin, publicou diversos livros sobre a MPB, entre os quais Alguns Aspectos da MPB, em 3ª edição, com os ensaios “O Samba”; “O Choro”; o “O Hip hop”; “O Funk”; “A MPB no Cinema Nacional de 1895 a 2014” e “A contribuição estrangeira na MPB do século XVI ao XXI”.


Pesquisador de MPB, poeta, letrista, 
produtor musical e gráfico. 


Formado em Comunicação Social (Publicidade & Propaganda) pela Universidade SUAM. Cursou Português-Literatura na Gama Filho. Fez trabalhos de produção iconográfica, revisão de português e de conteúdo para diversas editoras, entre as quais a MEC/Funarte, no livro MPB - A História de Um Século. 2ª ed. Revista e ampliada, de Ricardo Cravo Albin, em 2012. 

Como pesquisador teve acesso a acervos de instituições como Museu da Imagem e do Som, EMI-Odeon, Biblioteca Nacional, Funarte e Instituto Cultural Cravo Albin. Foi curador em vários projetos musicais, tais como Quintas no BNDES. 

Entre 1999 e 2019 atuou como pesquisador musical da Biblioteca Nacional, FAPERJ, PUC-Rio, FINEP e CNPq, com bolsas de pesquisa das referidas instituições. Neste período, trabalhou como redator e pesquisador musical do Instituto Cultural Cravo Albin, para o qual produziu verbetes para o sitedicionariompb.com.br e para o Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira (Editora Paracatu, 2006). 

Publicou o livro de pesquisa e ensaios musicais Alguns Aspectos da MPB (Editora do Autor, 2008/2ª ed. Esteio Editora, 2010 - 3ª ed. EAS Editora, 2014) e a biografia O Guitarrista Victor Biglione & a MPB (Edições Baleia Azul, 2009/2ª ed. Esteio Editora, 2011 - 3ª ed. EAS Editora, 2014). 

Colaborou em jornais e revistas com textos sobre a MPB. Como escritor publicou os livros de poesias Sapo c/ Arroz (1979/2ª ed. 1984), Fragmentos de Carambola (1981), Balaio de Serpentes (Poemas & Letras-1984), O Cão Depenado (1985), Sobras Futuristas (1986), Cynema Bárbaro (1989), Emboscadas & Labirintos (contos/Editora Aldeia, 1995), Desafio das Horas (poesias e letras, 2013), Poesia Resumida - Antologia Poética 1978/2012 (Edições Casa 10 Comunicação, 2013 - 2ª ed. EAS Editora, 2014). 

Publicou poemas em fanzines, jornais, revistas e antologias por várias editoras do país. A partir de 1978 produziu cerca de 30 discos para selos, gravadoras e artistas independentes. 

Como letrista têm registradas em CDs mais de 60 composições, entre gravações e regravações, em parceria com Aljor, Big Otaviano, Bóris Garay, Cacaso, Carlos Dafé, César Nascimento, Claudio Latini, Cristina Latini, Eliane Faria, Elza Maria, Helô Helena, Ivan Wrigg, Jaime Pontes, Jênesis Genúncio, Jô Reis, Joel Nascimento, Lúcio Sherman, Marcelo Peregrino, Maria Tereza, Marko Andrade, Milton Sívans, Moisés Costa, Olten Jorge, Paolo Vinaccia, Paulo Renato, Reizilan Cartola Neto, Renato Piau, Reppolho, Rubens Cardoso, Sérgio Gramático Júnior, Sidney Mattos, Silvana Elizabeth, Victor Biglione e Xico Chaves. 

Entre seus intérpretes constam, além de muitos de seus parceiros citados, André Henriques, Anna Pessoa, Banda Du Black, Bernardo Diniz, Ceiça, Denise Krammer, Edir Silva, Flávio Leandro, Grupo Mamulengo, Jaidete Varjão, Jane Reis, Jorge de Souza, Luiz Melodia, Luiza Dionizio, Mário Bróder, Martha Loureiro, Namay Mendes, Paulinho Miranda, Pecê Ribeiro e Solange Pereira. Gravou poemas em seis CD de parceiros e em seu disco solo Quintal Brasil - poemas, letras & convidados, (Selo Ipê Mundi Records/Noruega, 2012), no qual interpretou poemas e teve a participação de parceiros e intérpretes nas 17 composições. 

Em 2019 finalizou o CD Perfil – letras, poemas, parcerias & intérpretes, gravando poemas e contando com a participação de parceiros e intérpretes nas 19 faixas. Saiba mais em dicionariompb.com.br.

Elias Nogueira

Em autobiografia, ex-comissária divide histórias a bordo e conta como a persistência foi componente básico para o voar alto 


Quase como em um divã, “Tripulação, portas em automático” reúne experiências de tripulação e passageiros em voos internacionais




Quando viajamos levamos na mala curiosidade, interesse e vontade de conhecer lugares e pessoas. É como se a vida ficasse mais alegre. Ou não? Porque viajar também pode ser uma forma de tentar esquecer uma dor. Mas, como, se a gente sempre leva junto o sentir? “O amor da minha vida, da minha existência, minha parceira de caminhada. Combinação e cumplicidade. Essa viagem foi uma insistência de meu irmão que mora em Portugal”, testemunhou um tripulante, no embarque, ao lamentar e dividir a dor sobre a morte da companheira de toda a vida.
Esta e outras quinze histórias estão no livro Tripulação, portas em automático (Autografia), que fala de coragem, de afeto. A comissária de bordo aposentada,
hoje empresária, Ana Cristina Haddad divide com o leitor 28 anos de experiências e relatos de situações interpessoais enfrentadas em voos internacionais da empresa British Airways, de onde foi funcionária. Das mais tranquilas às mais densas, é também um livro sobre coragem e persistência, afinal não foi fácil para a autora conquistar o emprego dos seus sonhos.

Através desses relatos, e em voos de doze horas muita coisa vem à tona, estão em xeque a convivência com o outro e, mais ainda, a convivência consigo mesmo. Para Ana Cristina, foram aprendizados capazes de promover mudanças na conduta, no sentir, na forma de pensar.

Dividido em três partes, o livro inclui desafios a que todos os ser humanos são expostos para transformar aspirações em realizações. O título pode, portanto, colaborar com candidatos a aeronautas ou jovens ainda em período de consolidação profissional em áreas diversas. Uma obra emocionante, na qual a autora fala sobre dedicação, empenho e superação, de coração aberto. O leitor fica nas alturas e lida com diversas sensações ao longo dessa viagem.

Tripulação, portas em automático é leve e divertido e relaciona entre as narrações: passageiro que foi furtado momentos antes de embarcar; voos com deficientes a bordo para os jogos paraolímpicos e as lições de vida; assim como a história de uma idosa e a emoção de suas lembranças. Há ainda relato de um caso de assédio a bordo; narrações sobre a fobia de voar; e a descoberta de drogas entre os passageiros. Tem história de nascimento a bordo; filhos presos e atropelados e o voo que separa os pais da realidade que encontrarão doze horas mais tarde.

“São muitas as situações que podem ser vividas a bordo, num lugar onde estamos todos confinados, muitas vezes com decisões que precisam ser tomadas imediatamente. Os passageiros também se sentem à vontade para dividir a vida porque, no fundo, acreditam que não encontrarão mais seus interlocutores”, diz a ex-comissária de bordo, para quem um comissário tem como missão tornar real um símbolo de liberdade e aproximar mentes e corações em todo o mundo.

SOBRE A AUTORA
Ana Cristina Haddad nasceu no Rio de Janeiro, dedicou 28 anos da sua vida à aviação como comissária de bordo de voos internacionais, sempre na mesma companhia, a British Airways, e viveu esse período entre Rio/São Paulo e Londres. Antes trabalhara por cinco anos na joalheria Amsterdam Sauer. Atualmente, investe no comércio e é docente da Fundação Logosófi­ca, cujos estudos consistem no conhecimento de si mesmo e sobre o futuro da humanidade.

7.13.2019

AVIAÇÃO COMERCIAL

Escritório da GOLlabs

GOLlabs cresce sete vezes em um ano e fecha parceriaspara trabalhar Open Inovation


Paulo Palaia, diretor de TI da GOL e GOLlabs, ao lado do totem de embarque por biometria facial


A GOLlabs, unidade de negócios e inovação da GOL, completa um ano e, desde o seu lançamento, tem trazido diferentes soluções para os canais digitais e aeroportos, com o objetivo de aprimorar a experiência dos Clientes além de garantir a eficiência dos negócios. Operado em um modelo de Selfie Funding, a GOLlabs obteve significativo crescimento neste período de operação, superando as expectativas em sete vezes, com margem EBIT superior de 73 pontos percentuais neste período.

Ao todo, a unidade já desenvolveu diferentes projetos, entre eles o embarque por biometria facial, que reconhece com apenas uma foto o check-in e autoriza o embarque no voo, desenvolvido no laboratório da companhia; o serviço de atendimento por WhatsApp, permitindo aos Clientes a interação com Bots de inteligência artificial para auxiliar com status da reserva, voos e etc; além do Geofence, que permite personalização de ofertas com base em localização.  

O formato da GOLlabs, sendo uma unidade de negócios à parte da companhia aérea, permite testar de forma prática e rápida a aplicabilidade de novas ferramentas na operação. Hoje, existem 18 novas ideias aprovadas para serem colocadas em prática mensalmente até o final de 2020, entre elas o projeto piloto de gestão dos processos Bellow de Wings em aeroportos, com automação dos indicadores e dados de solo relacionados ao pouso e decolagem das aeronaves.

“Desde o início da GOLlabs atuamos de forma integrada com as demais áreas da GOL, com um time multidisciplinar, visando atender às demandas da companhia e buscando ser pioneiros na criação de soluções inteligentes. O resultado que tivemos superou em alguns múltiplos a nossa expectativa e, agora, com um modelo já estruturado internamente, daremos mais um importante passo no desenvolvimento de novos negócios e vamos amplificar nosso escopo de atuação”, explica Paulo Palaia, diretor de TI da GOL e GOLlabs.

Em conjunto com a Endeavor e o Cubo, ambas organizações de apoio ao empreendedorismo, a GOLlabs abrirá espaço para interação com iniciativas desenvolvidas pelo mercado e que estejam conectadas ao setor de aviação, mantendo assim um novo relacionamento com o ecossistema de startups no país. "Com as novas parcerias, além de criarmos com o nosso time interno, também focaremos em Open Inovation, e estaremos abertos para potencializar ideias de fora que sejam adequadas ao nosso dia a dia”, complementa Paulo Palaia.

Mais informações: www.voegol.com.br

Fonte:In Press Porter Novelli